O presidente da Câmara, Edgar de Souza (PSDB), afirmou que projetos envolvendo o funcionalismo público só serão votados pela Casa quando se estenderem a todos os servidores. “Temos diversas categorias, todos precisam ser valorizados”, disse, na sessão ordinária desta segunda-feira, 25.
Havia a expectativa de que chegassem à Câmara nesta semana os planos de carreira do funcionalismo e do magistério. A afirmação tinha sido feita pelo vereador Aparecido Correia da Silva (PMDB).
Na sessão, apenas foi enviado para análise projeto da prefeitura, que previa gratificações a coordenadores, diretores de escola e supervisores de ensino. “Havia o compromisso de enviar tudo, infelizmente enviaram para alguns servidores”, comentou.
Edgar ressaltou que continuará cobrando “exaustivamente” o município. Ele reiterou sua crítica, apresentada na semana passada, de que o atraso no envio dos planos compromete a “histórica do prefeito Casadei com o funcionário”, que, segundo o vereador, sempre foi de “profundo respeito”.
Lembrou que os servidores já receberam diversas promessas e citou a dificuldade em votar esse tipo de projeto em ano eleitoral. “Sabemos que não é fácil construir um plano que atenda todas as demandas, mas que ser feito de maneira aberta”, opinou. “Eu sou favorável a um plano de carreira, mas tenho que ler o texto, para ver o que é preciso consertar”.
Um grupo de servidores se reuniu com vereadores para tratar de suas reivindicações. Eles acompanharam a sessão até o final.
Edgar ainda criticou a lentidão no envio do projeto de regularização de agentes comunitários de saúde, discutido em várias reuniões. Os agentes estão no serviço após processo seletivo e exigem as suas efetivações.









