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14 FEV 2011
IMPRENSA
Câmara reúne autoridades para discutir venda de bebidas alcoólicas para menores e perturbação de sossego público
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O consumo de álcool e drogas por menores de idade e as reclamações de moradores sobre a concentração de jovens nos altos da rua Floriano Peixoto, na entrada da cidade, levou a Câmara de Lins a convocar representantes de entidades a discutirem o problema e buscar soluções. O encontro reuniu cerca de 40 pessoas no plenário da Câmara, na tarde de sexta-feira, 11.

 

As denúncias de abusos no local ganharam repercussão depois da sessão de segunda-feira, 7, quando o vereador Roy Nélson (PR) citou o relato de moradores que presenciaram o consumo de bebidas alcoólicas e de entorpecentes no local por menores. Também há casos em que adolescentes se expõem à nudez. “As meninas que não têm dinheiro para comprar bebida, droga, pegam e tiram a roupa”, denuncia o vereador.

 

Boletins de ocorrência já foram registrados e, recentemente, houve disparos de armas de fogo. “Por várias vezes, iria passar por ali, mas preferi desviar”, afirma. “Não dá mais para passar de carro ali, depois das 23h30”, relata.

 

Outro problema é quanto a estabelecimentos denominados “SOS”, que colocam cadeiras e mesas nas calçadas para o consumo e, consequentemente, atraem esses menores. Segundo a Vigilância Sanitária, esses locais são autorizados, apenas, para vender bebidas e não podem oferecer espaços para o consumo. Mas, de acordo com o chefe do setor, Carlos José de Oliveira, é preciso verificar que muitos bares têm o alvará para o consumo, e “SOS”, em alguns casos, é apenas um nome fantasia.

 

O diretor de fiscalização de posturas, Reginaldo Martins, o Macalé, afirma que recebe os boletins de ocorrência denunciando abusos e, quando há necessidade, são encaminhadas advertências. No entanto, ele diz enfrentar dificuldades para autuações nesses locais em horários em que há mais reclamações. “O poder de polícia nosso tem um certo limite, lá já é questão de polícia”, explica.

 

Para o procurador jurídico do município, Rildo Marinho, o melhor caminho para mudar a situação local está nas denúncias de moradores por escrito. A partir destes relatos, a ação da Prefeitura, segundo ele, pode ser mais eficaz. Ele também acredita que uma solução seja a cassação do alvará de estabelecimentos que respeitarem as regras. “Tem que começar com a advertência, depois a multa e a cassação. Todo esse processo demora cerca de 40 dias”, diz. A medida visa conter a venda de bebida para menores e os problemas com os “SOS”.

 

O encontro de jovens acontece entre quinta-feira e sábado. A maior concentração está entre um posto de combustível e uma concessionária de motos, na rua Floriano Peixoto.Além dos abusos, o som alto de vários carros incomoda os moradores. A Polícia Militar promete agir a partir desta sexta-feira. “A nossa ideia é ocupar aquele espaço, no horário em que ocorre a aglomeração dos jovens, ter viaturas”, afirma o major Eduardo Soares Vieira, coordenador operacional da PM no Batalhão de Lins.

 

Ao falar sobre o assunto, discutiu-se sobre a possibilidade do fechamento mais cedo de bares em Lins. Um estudo foi solicitado pela Câmara à Polícia Militar, para que a proposta seja levada à um projeto de lei. “Fechando os bares mais cedo você corta o mal pela raiz”, opina Vieira. Esse, no entanto, não é o único problema.

Segundo o presidente da Câmara de Lins, vereador Edgar de Souza (PSB), faltam opções de lazer e entretenimento aos jovens. “Temos que oferecer novos espaços de lazer, para que o jovem não fique preso a essas questões de baderna, atos ilícitos”, diz.  “O que eu quero dizer é que as pessoas podem ir até a avenida se divertir, ligar o som do seu carro ali no local, mas desde que não haja abusos”, alerta.

A reunião também teve a participação dos vereadores José Gomes (PPS) e Mauro Gás (PP), além do delegado João Pandolfi, da Delegacia de Investigação Sobre Entorpecentes (DISE), do capitão Melim, tenente Willian, da secretária municipal de saúde Cláudia Nunes e de representantes do Conselho Tutelar, dos conselhos de segurança de Lins e do conselho anti-drogas.

A intenção da Câmara é reunir as autoridades em um fórum de discussões que deve ser realizado daqui a dois meses. O objetivo é discutir projetos de médio e longo prazo para tentar coibir abusos e oferecer opções de entretenimento aos jovens.

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