O plano de cargos e carreiras de servidores da educação municipal ainda não foi enviado para apreciação dos vereadores e, por isso, não chegou a ser votado, esclareceu o presidente da Câmara, Edgar de Souza (PSDB), na sessão de segunda-feira, 21.
A afirmação visa solucionar um mal-entendido entre alguns funcionários que chegaram a dizer que vereadores, segundo ele comentou, estavam sendo contrários à proposta. “Há anos, estamos pedindo para que a prefeitura envie para esta Casa o plano de cargos geral”, afirmou Edgar.
Ele disse ser favorável ao plano geral e garantiu o apoio de todos os membros da Câmara. A opinião do vereador é que o projeto “vai valorizar o bom servidor”.
Também na área de educação, relatou o porquê de uma escola estadual, garantida para o Jardim Bandeirantes, ainda não ter saído do papel. Na semana passada, em Bauru, quando Edgar, acompanhado da secretária municipal Maria Aparecida Golmia e da dirigente regional de ensino, Miyoko Tanji, ouviu do secretário estadual Herman Voorwald que Lins “era o único do município do estado que ainda não mandou toda a documentação”.
A responsabilidade pelo envio é da Secretaria de Obras. A crítica do secretário foi apresentada no momento em que os linenses pediam novos investimentos do Estado. A construção da escola estadual havia sido acertada em encontro dois anos atrás com o secretário Paulo Renato Souza, que faleceu em 2011.
Segundo Edgar, a falha está sendo corrigida. Apesar das críticas à lentidão do município, Edgar afirmou que duas escolas pedidas, uma na região do Santa Terezinha e outra no Paulo Freire, tiveram aval do secretário. Um micro-ônibus, uma creche e reajustes no valor dos recursos repassados pelo governo para o transporte escolar também foram garantidos.
O presidente da Câmara também citou um evento realizado na sexta-feira passada que marcou o Dia Internacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças. Outro assunto abordado foi a falta de fiscalização aos mototaxistas que não estão cadastrados pela prefeitura. “Aqueles que estão legalizados desde o início se sentem profundamente desrespeitados pelo poder público”, afirmou.
Edgar disse que a Câmara aprovou a contratação de cinco agentes de trânsito, mas, apesar de o número de profissionais ser insuficiente, será possível melhorar a fiscalização.









