Para a vereadora Guadalupe Boa Sorte (PSDB), a coleta de lixo reciclável pode ter levado à redução de resíduos transportados de Lins ao aterro sanitário em Guatapará, na região de Ribeirão Preto. No entanto, o município falha ao não controlar a quantidade exata de lixo que segue para o transbordo.
A crítica foi feita pela vereadora na sessão da Câmara, nesta segunda-feira, 12. A Prefeitura, disse ela, paga cerca de R$ 50 mil pelo serviço de transporte. De acordo com Guadalupe, com a pesagem do lixo, seria possível diminuir esse custo. Ela pediu à Prefeitura informações sobre o volume de materiais recicláveis coletado por mês. Com esse dado, poderá concluir sobre a redução no transbordo.
A contratação de uma empresa para a coleta seletiva ocorreu em abril deste ano. Na época, a vereadora havia falado sobre essa possibilidade de economia. O transporte do lixo gerado em Lins para outra cidade é realizado desde 2009. O aterro do município foi interditado pela Cetesb (agência ambiental do Estado).









