Na tarde da última quinta-feira, 27 de fevereiro, o vereador Roy Nelson esteve em Brasília para uma reunião com os representantes do Ministério das Cidades a fim de obter um parecer em relação às casas do programa Minha Casa minha Vida dos bairros, Franco Montoro e Angelina Ramos, que segundo o vereador, estaria havendo dificuldades na entrada de novos moradores nas casas desocupadas.
Representando a Cidade de Lins, estiveram presentes na Reunião o Vereador Roy Nelson (PR), Mauro Gás (PP), o vice-prefeito Rogério Barros e José Aparecido da Silva Queiroz (Zezão). Representando o Ministério das Cidades estavam presentes Rui Pires da Silva e Elzira Marques Leão, e representando a Caixa Econômica Federal Iranildo José A. Fernandes.
José Aparecido da Silva Queiroz (Zezão) argumentou que no ano de 2013 no período de Julho à Agosto, foi feito um mapeamento para verificar quantos moradores ainda ocupavam suas casas, quantos alugaram e quantos não moram mais, e, ficou constatado que das 288 casas 69 estão irregulares.
Quando o acordo entre a Prefeitura de Lins e a Caixa foi firmado, ficou combinado de que a Caixa não pagaria determinados impostos pelas casas construídas, já que seria de uso da população via Programa do Governo Federal, porém, segundo a denuncias ao vereador Roy Nelson, essas moradias não contam com o beneficio de suplentes, dessa forma as casas que ficassem irregulares não poderiam ser passadas para outras famílias e assim iriam a leilão, e o vereador entende que assim sendo, a Caixa deveria pagar pelos impostos dessas casas leiloadas, uma vez que não seria mais parte do programa.
Quanto ao leilão das casas, o representante Iranildo José A. Fernandes da CAIXA se pronunciou dizendo que é sim de direito executar o bem levando-o a leilão, porém isso não está sendo feito e todos os imóveis que estão irregulares por algum motivo, retornam para a prefeitura indicar um próximo morador.
Em relação as 21 moradias que estão disponíveis, a caixa garantiu a reintegração o mais rápido possível, porém em relação às outras 206 casas que serão construídas no bairro Angelina Ramos, a previsão que era para o ano de 2014, corre o risco de não ser cumprida, pois a caixa está com a demanda alta e pode acontecer de ter um atraso na entrega das casas.
Segundo os vereadores a reunião foi bastante produtiva, pois serviu para esclarecer vários pontos que estavam pendentes e agora tem objetivos concretos e metas para ser traçadas e cumpridas.









