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OUT
27
27 OUT 2010
IMPRENSA
Dr. Marino faz projeto para combater agressões físicas e psicológicas
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As escolas municipais de Lins terão que incluir, em seus projetos pedagógicos, medidas de conscientização, prevenção e combate ao “bullying”. Não é só uma recomendação, mas uma lei municipal, aprovada na Câmara, na sessão de segunda-feira, 25. O projeto é de autoria do vereador Dr. Marino Bovolenta Jr. (PV).

A prática sempre foi vista como uma brincadeira comum entre crianças ou adolescentes. Especialistas, no entanto, alertam para problemas psicológicos que os insultos podem trazer no futuro e o problema começou a ser tratado de forma mais séria por autoridades, nos últimos anos. A agressão física também se enquadra no “bullying”.

Estudos mundiais apontam o envolvimento de até 35% das crianças nesse tipo de agressão. O maior problema é que as vítimas têm dificuldade na defesa. “São crianças mais quietas, poucas sociáveis e que não possuem habilidade para reagir às ações”, diz Dr. Marino.

A preocupação ao “bullying” tem origem nos Estados Unidos, por isso o nome em inglês. Há alguns anos, dois adolescentes norte-americanos, vítimas de agressões, tomaram uma atitude inusitada no estado do Colorado. Eles mataram 13 pessoas com armas de fogo e, depois, se suicidaram. O caso foi citado pelo vereador para exemplificar um reflexo dos atos.

“O que diferencia esta prática das brincadeiras normais é que ela acontece repetidas vezes e não tem uma motivação clara”, afirma. “É perverso, sádico e sempre com a intenção de fazer mal ao outro”, conclui.

O projeto entrou em tramitação, na Câmara, no dia 29 de setembro. Semanas depois, o Poder Legislativo em Bauru também começou discutir o assunto. “Coincidentemente, na quarta-feira passada, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou uma cartilha que visa ensinar aos professores e funcionários das instituições de ensino, além dos pais, a identificar sinais de violência contra estudantes”, relata.

Dr. Marino foi parabenizado pelo presidente da Câmara, vereador Edgar de Souza (PSB), pela iniciativa de elaborar a proposta. “As escolas, não só as públicas, mas também as particulares, precisam se envolver nessa discussão”, defende. “É um problema sério, que quando enfrentado, tem solução”, diz.

Segundo Edgar, a escola municipal Gessy Beozzo desenvolve um projeto piloto para debater o problema. Em visita a Lins, o vereador de São Paulo e deputado federal eleito, Gabriel Chalita (PSB), defendeu o tema, segundo o vereador.



 

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