Problemas como os locais para pagamento de contas de energia elétrica, a proposta de doação do velório municipal e a falta de incentivos às empresas foram assuntos abordados pelo vereador Roy Nélson (PR), na Tribuna Livre, durante a sessão ordinária de segunda-feira, 4.
Em relação ao pagamento de contas da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), o vereador lembrou que está suspenso o convênio com instituições bancárias. "O aposentado quando vem receber o seu salário, no Centro, tem que voltar para o seu bairro para pagar a conta de energia elétrica", informou.
O pagamento está sendo feito em estabelecimentos comerciais, que precisam ter em suas razões sociais, conforme a legislação, a especificação como correspondentes bancários. "Esse é outro problema, porque nenhum estabelecimento tem", diz.
Roy Nélson também tratou sobre o velório municipal e disse ser cético a uma solução, caso a doação da Organização Funerária das Entidades Beneficentes e Assistenciais de Lins (Ofebal) à Prefeitura for aprovada. "Se passar para a Prefeitura não vai mudar muita coisa no velório", afirma. "Quem deveria cuidar do velório são as funerárias, pois a Prefeitura já tem outros afazeres, tem que cuidar da cidade", argumenta.
O vereador manifestou sua opinião ao desemprego na cidade. Na opinião dele, a Prefeitura deve buscar empresas menores, "em vez de 'sonhar' com empresas grandes". O incentivo foi cobrado, ainda, para casas com prestações menores.









