O vereador Dr. Marino Bovolenta Jr. (PV) disse na sessão ordinária da Câmara Municipal de Lins, na segunda-feira, 5, que os roubos ocorridos a lotéricas da cidade, na semana passada, poderiam ser evitados, caso uma lei que obriga esses estabelecimentos a contarem com câmeras de monitoramento por vídeo estivesse sendo seguida.
A lei foi aprovada há mais de um ano e também incluía a obrigação para agências bancárias e dos correios. Para o vereador, essa é mais uma lei municipal aprovada pela Câmara que não é colocada em prática pelo município.
O vereador afirmou que as câmeras podem inibir a ação criminosa. “Se não inibisse, pelo menos facilitaria o reconhecimento dos assaltantes”, acredita.
O assunto foi levado pelo vereador, após ter abordado a segurança pública na cidade. Dr. Marino trouxe à discussão a ideia proposta por ele para um convênio entre a Polícia Militar e a Prefeitura para que policiais, em horários de folga, fossem remunerados pelo município e ajudasse no combate à violência.
Na época em que o vereador fez a sugestão, a Prefeitura recusou a proposta, alegando que seria criada a Guarda Municipal. “Isso foi dito no começo do ano passado, mas até agora nada foi feito”, comentou.
Dr. Marino também criticou o fato de os candidatos participantes do concurso público municipal não poderem levar os cadernos de questões. As inscrições para as provas terminaram no começo desta semana. Além disso, o vereador informou ter se reunido com os vereadores Edgar de Souza e Guadalupe Boa Sorte, ambos do PSDB, no qual foram discutidas irregularidades presentes no edital do concurso.
O vereador ainda tratou do evento realizado pela Secretaria Municipal de Cultura, Lazer e Turismo (Semclatur), que promoveu uma manhã de lazer para pessoas com deficiência. A cobrança pela realização do evento, previsto em lei municipal de autoria do vereador, havia sido feita na sessão ordinária anterior.









