O contrato para a construção do residencial Jardim Bela Vista, que atenderá a famílias com renda de até três salários mínimos, assinado na manhã desta terça-feira, 28, prevê a entrega das casas no prazo de 12 meses. Esse é o segundo projeto habitacional na cidade, realizado pelo programa Minha Casa, Minha Vida, que contempla essa faixa de renda.
As prestações das casas não devem comprometer mais do que 10% da renda das famílias. A Secretaria Municipal de Assistência Social, por meio da Diretoria Municipal de Habitação, abrirá um novo cadastro para selecionar as famílias. Serão construídas 486 casas pela construtora Pacaembu. O investimento é de R$ 27,7 milhões.
O residencial será próximo ao bairro Santa Terezinha, no prolongamento da rua Nossa Senhora Auxiliadora. Cada casa terá 42,5 metros quadrados num terreno de 210 metros quadrados. Terá dois quartos, sala, banheiro, cozinha e área de serviço. As moradias contarão com aquecedor solar e calçada ecológica.
“Sem o apoio do poder público, das construtoras, não conseguimos viabilizar essas casas para a população de baixíssima renda”, disse Geraldo Luiz Machado de Oliveira, superintendente regional da Caixa Econômica Federal, que financia o projeto. “Vocês não imaginam a alegria das famílias que poderão ter um teto próprio”, comentou.
Segundo ele, para a mesma faixa salarial estão em análise pela instituição projetos para a construção de mais 620 moradias, além de mais 420 destinados a uma faixa salarial maior. No mês de janeiro, foram entregues 288 apartamentos do conjunto Franco Montoro, também para famílias com até três salários mínimos.
O contrato foi assinado pelo superintendente da Caixa, pelo secretário de Desenvolvimento Sustentado, Israel Antonio Alfonso, que representou o prefeito Waldemar Sândoli Casadei (PMDB), e pelo diretor da construtora Pacaembu, Eduardo Almeida. O presidente da Câmara Municipal, vereador Edgar de Souza (PSDB), o vereador Aparecido Correia da Silva (PMDB), e o secretário municipal de Assistência Social, Alcindo José Checon, também participaram do ato, realizado no Paço Municipal.
“O momento mais feliz e mais emocionante é a entrega das chaves, mas este momento também é importante porque, de fato, é uma grande busca da nossa cidade resolver o problema do déficit habitacional”, afirmou Edgar. Para ele, “as ‘casinhas’ são o perfil mais adequado para a nossa cidade”.
Israel Alfonso citou a importância dos projetos habitacionais no desenvolvimento, ao lembrar do interesse de duas empresas internacionais que manifestaram interessem em investir na cidade. “Essas empresas estão chegando e exigem que tenhamos projetos importantes, nas áreas de saúde, educação e habitação”, ressaltou. “Não se faz desenvolvimento sem ter condições habitacionais”, define.









