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Notícias
MAI
04
04 MAI 2012
IMPRENSA
Para vereadores, supermercados poderiam continuar a entrega de sacolas biodegradáveis
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O fim da entrega de sacolinhas plásticas em supermercados, motivado por um acordo entre o governo estadual e APAS (associação de supermercados), levou a uma discussão na sessão ordinária da Câmara Municipal, na quarta-feira, 2, em torno de reclamações de consumidores sobre a medida.

A intenção da campanha é diminuir a quantidade de sacolas em circulação e, assim, reduzir prejuízos ambientais. O acordo entrou em vigor no mês de janeiro e, desde então, em casos em que os clientes não levam sacolas retornáveis, os estabelecimentos comercializam sacolas biodegradáveis ao custo de R$ 0,19 ou entregam caixas de papelão.

Esta última alternativa, no entanto, é alvo de constantes críticas. “Teve um cliente um cliente que comprou produtos alimentícios, que foram acomodados em uma caixa, mas, quando ele chegou em casa, viu que tinha fezes de rato, outra pessoa encontrou barata na caixinha que arrumaram pra ele”, disse o vereador Roy Nélson (PR).

Ele é autor de uma lei municipal que obriga os supermercados de Lins a substituírem as sacolas de plástico feito a partir de resíduos do petróleo pelas biodegradáveis, que não tem qualquer relação com o acordo seguido pelos supermercados que resolveram suspender a entrega. “Vamos deixar claro que este acordo de não ter sacolinhas nos supermercados não é nenhuma lei aprovada pelos vereadores”, afirmou.

A medida que é observada na maioria das estabelecimentos, ele diz, atende apenas aos interesses dos proprietários que estão aumentando seus lucros. Isso, porque, diminuíram-se as despesas com a aquisição das sacolinhas. “Supermercado descontou alguma coisa na conta de ninguém, só economizou com isso”, frisou.

Ele sugeriu uma pesquisa entre os moradores e que, caso seja confirmada a indignação diante do fim da entrega das sacolas, seja exigido o retorno de sua disponibilização nos supmercados. “Isso não é lei, nós podemos mudar”, lembrou.

O presidente da Câmara, Edgar de Souza (PSDB), disse que os supermercados poderiam entregar sacolas biodegradáveis, que custam mais caro em relação às que eram disponibilizadas, sem correr o risco de qualquer punição. Mas, ele lembra, “os mercados não querem gastar”. Ele defende que o consumidor deve pressionar pela entrega. “Não há proibição de distribuição de sacolas”, diz.



 

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