O vereador Aparecido Correia da Silva (PMDB) acompanhou a visita do engenheiro que ficará responsável pela reforma do ginásio de esportes “João dos Santos Meira”, no Jardim Morumbi. Ao utilizar a tribuna na sessão ordinária da Câmara, na segunda-feira, 26, ele explicou que, além da substituição do piso da quadra, outras obras serão realizadas no local.
A instalação do novo pavimento foi exigida pela Federação Paulista de Basquete para que a equipe de Lins possa disputar jogos pela primeira divisão da competição estadual. A construtora Recoma, de São Paulo, venceu o processo licitatório para a realização das obras, que custarão R$ 126 mil.
Na vistoria feita pelo representante da empresa, Márcio Veiga, também estiveram os secretários municipais Valentina Maria Prado de Lorenzo (Obras) e Luiz Henrique Ramos da Silva (Esportes). De acordo com o vereador, o objetivo foi conferir as atuais condições da quadra.
“Havia uma preocupação de ter que fazer de novo o contrapiso, mas isso não será preciso. A prefeitura teria que fazer a obra e demoraria certo tempo, principalmente com a redução da jornada de trabalho dos servidores de oito para seis horas diárias”, afirmou Aparecido Correia.
Eles também constataram na vistoria, segundo o vereador, que não será necessário retirar a grande de proteção entre o público e a quadra para a colocação do novo piso. A quadra tem um comprimento em relação às medidas oficias e poderá ser diminuída em até um metro.
Os vestiários dos atletas e dos árbitros também serão reformados. No caso do espaço destinado aos jogadores, haverá cadeiras mais anatômicas. O ginásio passará por uma pintura interna e terá uma nova iluminação central. O vereador destacou que a melhoria proporcionará mais qualidade nas transmissões de imagens dos jogos pela internet ou pela TV.
Outro assunto abordado por Aparecido Correia, na sessão, foi a instalação no município de uma indústria de sucos pelo Habib’s, em negociações avançadas com a prefeitura. “Não se instalada uma fábrica da noite para o dia. Muitos pequenos agricultores terão que ser convencidos a plantar laranja, mas muitas terras estão comprometidas com prazo de até cinco anos para o plantio de cana, e, nessa cultura, a terra precisa ser tratada, pois não estará adequada”, afirmou.









