A rede de Saúde de Lins passou a ter uma nova gerencia a partir desta segunda (17), onde o prefeito Edgar de Souza (PSDB) assinou o contrato com o Instituto Desenvolvimento Humano – IPDH que é uma organização social, agora responsável pela gestão da Saúde no nosso município. O ato foi concluído diante da presença de várias autoridades no Centro Administrativo e a OS (Organização Social) assumirá a gerencia da rede de saúde da cidade a partir de Março deste ano.
O Presidente do IPDH Dr. Antonio Carlos Pinotti Afonso, a vereadora Guadalupe Boa Sorte (PSDB) representando a Câmara de Lins, vice-prefeito Rogério Barros e o Secretário da Saúde Dr. José Affonso Penha Junior junto com o prefeito formaram a mesa principal, estiveram presente os vereadores Mário Vieira da Silva – Ziza (PSDB), Eduardo Cabeleireiro (SDD), Aparecido Correia da Silva (PMDB), Solange do Bom Viver (PMDB), Roy Nelson (PR), Mauro Gás (PP), Geraldo Correia (PT), Juninho Soares (SDD), e demais funcionários da prefeitura.
O contrato instituído com a OS através de processo licitatório tem a duração de cinco anos, tendo a possibilidade de prorrogação ou rescisão, dependendo dos indicadores e metas acordados. De acordo com o executivo, existem muitos projetos para área da saúde, incluindo a inauguração de novas unidades nos bairros do município.
“O Instituto possui 6 anos e tem contrato firmado com 12 Prefeituras, Universidade de Marília e Hospital do Estado de Promissão, trabalhando na área de saúde ocupacional, administração de programas de saúde da família, no pronto atendimento e principalmente na qualificação profissional e treinamentos” disse o médico que trabalha na região há mais de 30 anos, “estaremos com responsabilização técnica reorganizando os equipamentos de saúde municipal, a fim de oferecer serviços mais humanizados e com a primordial eficiência, agilidade e segurança para a população de Lins e região”. Relatou o Dr. Pinotti.
“Esta história problemática durou anos, causando insegurança para muitos trabalhadores e hoje chegamos a uma satisfatória solução dentro dos parâmetros jurídicos e contábeis, pois com este efetivo modelo de administração compartilhada com OS iremos diminuir os custos e otimizar os serviços de saúde, além de desburocratizar e corrigir problemas estruturais, como os apontados pelo Tribunal de Contas em relação ao contrato 168” disse Edgar.
A meta para essa nova gestão é uma diminuição em 15% no orçamento anual dos cofres públicos e uma melhora de 25% no atendimento, assim levando mais qualidade de vida aos munícipes.









