Foi realizada na ultima segunda-feira (18) a 16ª Sessão Ordinária de 2015 na Câmara Municipal de Lins onde foram aprovados um total de 3 projetos, todos de autoria do Poder Executivo.
O PLC 13/15 que altera dispositivo da Lei Complementar nº 488, de 11/03/99, que “dispõe sobre o parcelamento do solo urbano no município de Lins e dá outras providências” f oi aprovado com emenda.
O vereador Aparecido Correia da Silva (PMDB) explicou que foi necessário fazer a emenda a esse projeto, pois, essa lei sofreu 2 alterações nesse ano e a emenda vem com o intuito de evitar mais erros.
Foram aprovados também o PLC 17/15 que dispõe sobre a remuneração de membros da Jari e dá outras providências e PL 114/15 que autoriza o Executivo a repassar recursos financeiros à Liga Linense Noroestina de Futebol de Salão e dá outras providências.
Artigo 115.
Como de costume os vereadores fizeram uso do art. 115 do regimento interno para usar a tribuna e tratar de assuntos de interesse do município.
O vereador Roy Nelson (PR) falou sobre a situação que se encontra a Santa Casa de Lins, que segundo ele está com uma dívida mensal de cerca de R$ 1 milhão e 500 mil reais. Fez um apelo ao governo do estado e aos municípios vizinhos para que colaborassem na manutenção do hospital já que toda a região utiliza dos serviços.
O vereador Geraldo Correia (PT) falou mais uma vez do problema que os funcionários da empresa PROSEG estão enfrentando com o atraso dos salários. O problema vem ocorrendo desde 2013 segundo o vereador e vem se repetindo mês a mês. Geraldo informou que a empresa alega ser culpa da prefeitura que não está fazendo o repasse corretamente, hipótese que foi contraria a da prefeitura que garantiu estar fazendo os repasses devidamente em dia.
O vereador Valdecir do Ponto Chic (PSD) informou que a ponte do Jardim Bandeirantes está finalmente liberada para circulação, portanto os munícipes já podem usufruir da passagem. Falou também sobre a final da Liga Linense de Futebol Amador que chegou ao fim no último domingo. Valdecir parabenizou e agradeceu todos os participantes pelo belo trabalho desempenhado.
Finalizou falando sobre o novo projeto implantado na Santa Casa de Lins chamado “farmácia emergencial”. A farmácia funciona aos finais de semana para que, aqueles que forem atendidos no pronto socorro, tenham em mãos os remédios na hora que receber alta.
O vereador Sidnei Ferrazoni (PSDB) afirmou que todo ano é a mesma coisa em relação à Santa Casa. Segundo ele as especulações quanto ao hospital não devem atingir a população que não tem nada a ver com o problema, já que pagam seus impostos em dia e os problemas administrativos devem ser resolvidos sem causar pânico ao contribuinte.
Finalizou falando que o Amigão do Junqueira está passando por uma crise e mais de 40% dos funcionários foram mandados embora, de forma que os trabalhadores que ganhar uma renda baixa foram mantidos e os que ganhavam um bom salário estão sendo substituídos por outros de outras cidades.
O vereador Aparecido Correia da Silva (PMDB) falou sobre uma decisão na câmara dos deputados, que por enquanto afasta a obrigação dos municípios em da manutenção na rede elétrica da cidade, pois as empresas não estão fazendo o preparo adequado nas redes para passar para os municípios.
Falou também sobre o problema de repasse à Santa Casa de Lins que, apesar de receber o teto Maximo de repasse, justamente por atender as cidades vizinhas, não vem recebendo a verba e precisa dessa ajuda para se manter.
Pequeno expediente.
O vereador Diquinho se inscreveu no pequeno expediente e usou a tribuna para mais uma vez reivindicar um parque industrial com infra-estrutura para pequenas e grandes empresas para que a cidade possa se desenvolver.
Por fim afirmou que a cidade só irá progredir se os poderes pensarem a longo prazo e não somente a curto prazo. “As mudanças imediatas são necessárias para manter a boa ordem dentro do município, mas sem um estudo de gestão futura, a cidade cairá sempre na mesmice”, disse.
A vereadora Guadalupe Boa Sorte (PSDB) esclareceu sobre a Santa Casa, que, o contribuinte, ao contrario do que foi proposto por alguns vereadores anteriormente, não pode cobrar taxa alguma para prestar o atendimento, de forma que, o SUS já é um convenio com o estado, município e governo federal, que repassa, ou deveria repassar as verbas para que o usuário seja sempre bem atendido. Informou ainda que o hospital não está recebendo as verbas por que não prestou contas devidamente ao estado, e por isso o repasse foi interrompido, porém informou que o dinheiro já está na secretaria e logo a Santa Casa estará recebendo o repasse.









